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A Feira de São Martinho, a vitalidade a dinâmica e o espírito dos jovens, professores e população de Sernancelhe

Por todo o concelho e através das diversas escolas, foi comemorado o dia de São Martinho "dia da abertura da pipa e prova do vinho novo", não com este
pretexto ou esta formalidade, mas no intento da realização duma feira, que abrangia também,  em tempos passados, uma dinâmica com eventos comerciais e convívios populares.

Foi então realizada uma feira, moldada ao tradicionalismo de há muitos anos, e decorreu durante toda a manhã do dia de São Martinho.

Houve muita vitalidade, interessantes iniciativas dos vários intervenientes na realização do "momento cultural", e tendo havido no final, boas contrapartidas em receitas dos "negócios efectuados"

O fruto dos "negócios efectuados" isto é, da vendas da diversidade produtos em exposição direccionou-se à angariação de fundos para cada colectividade escolar.
Seguiu-se, como é ritual deste evento, o tradicional magusto já durante a tarde, na Escola Padre João Rodrigues, terminando o certame com os Jogos tradicionais

Foi uma uma actividade para todo os agrupamentos de escolas de Sernancelhe, que estiveram representados nesta festa em pequenas bancas e barracas, divulgando, oferecendo e vendendo produtos da época, e os mais enquadrados da produção das suas freguesias.

Foi um certame simples, organizada pelos professores e alunos das várias escolas do concelho.

O objectivo final foi efectivamente reviver, dinamizar e recuperar algumas tradições que entraram no esquecimento, e possuíam um carisma muito personalizado e próprio da dinâmica cultural  e popular  de há anos atrás.



No plano secundário houve a iniciativa, e válida, que consistiu na recolha do "negócio efectuado", para o suporte de fundos

  a investir pelas respectivas escolas em material didáctico, ou de interesse para os alunos.

Todavia, a filosofia principal da festa foi sem dúvida reviver e revitalizar as tradições e vivências  do outrora e torná-las no futuro, se possível exequíveis.

Estimular o espírito de equipe, a cooperação e interacção entre professores alunos e pais.

E com certeza , o trabalho de dinâmica e a saudável competitividade com as outras escolas.
 

 
O envolvimento dos pais, familiares e sociedade foi um objectivo alcançado, pela importância cultural e
pelo convívio e interacção com “filhos - outros pais - outros alunos – outros professores

Cada escola participante organizou e coordenou a sua lojinha, onde tiveram à venda os produtos regionais da época, os mais típicos da sua aldeia, como doces, castanhas, cebolas, batatas, abóboras, avelãs, nozes, cavacas, e ainda galinhas, coelhos, etc.

 

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