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A cerimónia de inauguração - continuação
 
E como o passado já lá vai, José Mário remeteu novamente o seu discurso para o que realmente é positivo: “Esta obra simboliza a capacidade de realização do povo de Vila da Ponte e por isso não está aqui dinheiro que não seja do povo e do município”.

 Olhando também para o futuro e para a vertente turismo, que importa não descurar no concelho, o autarca anunciou que “esta obra é o pronuncio de outras que podem beneficiar a Ermida”.

Para tal explicou a fórmula que deve comandar uma comunidade:
“ É preciso trabalho, dedicação e amor. As coisas fazem-se… vale a pena acreditar, vale a pena sermos amigos, dar as mãos e distinguir o que é o amor genuíno”, disse o autarca emocionado, por recordar que haveria duas pessoas que, “pelo muito que calcorrearam esta ladeira, gostariam de estar presentes nesta cerimónia:
A D. Leonor do Nascimento
e o Cónego Zé Cardoso (nas 2 fotos à direita e à esquerda)”.

 
No final dos discursos, toda a comitiva e população caminharam alguns metros sobre o novo pavimento em paralelos de granito cerca duns 10 metros para ver então Dr. José Mário Cardoso, Presidente da Câmara Municipal de Sernancelhe  descerrar a placa alusiva ao monumento, num penedo, onde há muitos anos atrás, o seu Tio Cónego Zé Cardoso na sua labuta diária pelo Evangelho de Cristo, apelo à fé cristã e à família, escreveu a tinta branca e ainda onde se lê: "Por Maria e por Jesus". 
O acto final da cerimónia de inauguração foi culminado e simbolizado por uma largada de pombas, que encheram os céus da proximidade e rapidamente se dispersaram rumo aos seus pombais, dominando os céus em plena liberdade.

 



 

Faltaram os foguetes, pois que, atendo às altas temperaturas desta época, os incêndios avassaladores que então proliferavam em Portugal, houve uma imposição governamental em proibir tal acto festivo, nas zonas de risco, de que era o caso.

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